sábado, 12 de maio de 2012

O Batismo de Fogo da Nau

Senhores, ímpar é a oportunidade de estar vendo a história sendo feita. Quando uma belonave parte à peleja, sabe-se que tempos difíceis virão; desafios hão de ser superados e barreiras outrora consideradas intransponíveis quebradas. Obviamente, vislumbrar o fim não é direito do tripulante - não sem antes verter até a última gota de sangue em prol da causa.
Cada batalha tem a sua história. Tênue é a linha que separa a vitória da derrota. O que não cabe, em nenhuma circunstância, é a omissão ante à dificuldade. Por isso, senhores, que digo que hoje vi a história sendo feita: uma tripulação inexperiente, na sua primeira batalha (com dificuldades, é claro) lutando com garbo e determinação. Tripulação que, a cada solavanco, a cada golpe desferido no casco, não se abatia. Secava o suor, olhava o horizonte, e seguia em frente. Ou melhor, navegava.
Nenhum soldado sai ileso de uma batalha. Assim como fomos alvo, também soubemos infernizar os oponentes. Com a evolução do entrosamento, cada vez mais nossos canhoneiros maltratavam as embarcações adversárias. Infelizmente, circunstâncias climáticas e o conhecimento da geografia marinha da região pelos oponentes nos colocaram em ligeira desvantagem.
Batalha terminada, vida que segue. Algumas baixas, alguns feridos, alguns desentendimentos entre a tripulação. Mas a guerra é longa e nem de longe está perdida. No final das contas, o que fica é sensação do dever cumprido. A sensação de ver a história sendo feita.

Avante Marujos!

Assessoria de Imprensa do GNFR.



Um comentário:

  1. Confio inteiramente no trabalho de nossos marujos. O time ainda está se acertando e não tenho dúvidas que o futebol apresentado por nós está a frente daquele apresentado por qualquer time que enfrentamos e enfrentaremos.

    Att. Mano Breiro

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