quinta-feira, 24 de maio de 2012

GNFR realiza último coletivo antes do próximo amistoso


Defesa é o destaque

Reuters - Hoje, no CT Ilha, foi conduzido o último coletivo antes do amistoso de sábado. 
Como há muito tempo não se via, hoje não houve nenhum tipo de abstenção por ganância, o que foi comemorado pelos integrantes do plantel.
Novamente, as condições climáticas se mostraram favoráveis à boa prática. Entretanto, a excessiva utilização do campo começa a criar alguns buracos e, como se diz na gíria, "montinhos artilheiros", propiciando aos espectadores alguns lances, no mínimo, curiosos.
Falando propriamente do treino, a comissão técnica armou um dos times com uma proposta bem clara: emular a tática do Chelsea, equipe campeã da Liga dos Campeões da Europa na semana passada. A proposta de jogo era bem clara: dar campo ao adversário, segurar a pressão ao redor da sua área e sair rapidamente nos contra ataques, forçando jogadas no centroavante.
Por outro lado, o outro time foi armado prezando-se as virtudes ofensivas. A proposta era apostar no volume de jogo, tabelas rápidas, trocas de posição e em criação em  profusão de chances de gol. Com alas rápidos, as jogadas preferenciais são as incursões em diagonal, deixando o atacante em chances de gol.

Como na final da Champions: Time azul compacto esperando para dar o bote; time vermelho tocando a bola no campo adversário, forçando as infiltrações.

Com todo este cenário armado, era de se esperar que o coletivo fosse bastante equilibrado. Era. Vários fatores influenciaram o desequilíbrio a favor do time azul. Em primeiro lugar, duas atuações iluminadas: a do goleiro Rafael JapiShow e a da trave. Pois é, a trave. Além do mais, as tabelas e infiltrações não estavam ocorrendo como planejado, devido à falta de entrosamento do time e uma manhã não tão inspirada de seus integrantes. Além do mais, o time azul fez seu papel, como era de se esperar. não cedendo espaços ao ataque adversário, encaixando a marcação eficientemente, e ligando os contra-ataques com rapidez.

A linha de marcação do time azul, encaixotando o ataque vermelho: 
Dufflis, Eduardo, Felipe e Gringo.

A elasticidade no placar (8x4) não demonstrou o equilíbrio do jogo. Mas sim, a eficiência dos times em aproveitar as oportunidades. Duas lições são tiradas a partir do coletivo:
i) O ataque precisa se entrosar mais, e ter atuações mais inspiradas.
ii) A diretoria do GNFR deve fazer de tudo para estender o contrato do goleiro, após as excelentes atuações e dedicação nos treinamentos (apesar, as vezes, do ego maior que a própria estatura dele).
Resta saber como a equipe se comportará no clássico de sábado.

P.S.: O técnico da equipe adversária (Silvio Linguinha) não entendeu a ausência dos integrantes do GNFR na festa de abertura do campeonato, principalmente do seu ex-homem de confiança, Sr. Flávio Castro.

Imagens gentilmente cedidas por André Rocha, do blog Olho Tático:


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